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Indicadores mostram otimismo para a economia brasileira em 2017

Alguns indicadores do termômetro da economia brasileira mostram que a economia vem se recuperando desde o final de 2016. Os números sobre a venda de papel ondulado, pedágio de veículos pesados, consumo de eletricidade e outros indicam uma reação positiva da economia. A previsão, segundo os economistas, é que o país comece a crescer no terceiro trimestre deste ano de forma significativa.

Esses indicadores dão uma prévia da direção que o país irá tomar. Quando se vende mais papel ondulado, há uma expectativa no aumento do consumo de bens. O aumento no consumo de eletricidade pode indicar que as fábricas estão voltando a produzir mais. Com estes indicadores começando a entrar em campo positivo, as perspectivas para a economia brasileira em 2017 são cada vez melhores.

Em dezembro, o movimento de veículos pesados em estradas de pedágio cresceu 4,8% comparado a novembro. Segundo a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), em janeiro, o movimento geral nessas vias cresceu 1% frente a dezembro.

Segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o consumo de eletricidade no país cresceu 0,5% comparado com novembro de 2016 e a indústria foi a principal responsável por este aumento. O consumo do setor, em dezembro de 2016, cresceu 0,9%.

Esse dado, somado a uma pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV), sugere que a indústria está retomando a produção. O nível de utilização da capacidade instalada, que é quanto do parque fabril está em uso, cresceu 1,7 ponto percentual no fim do ano passado, para 74,6%.

Os investimentos tiveram um crescimento de 3,9% no mês de dezembro comparado com o mês de novembro de 2016, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (IPEA), o que indica de fato que aos poucos a economia no Brasil vem se tornando mais confiante. Trazendo mais confiança tanto para os empresários e consumidores.

Contudo; embora ainda haja algum pessimismo por parte de algumas instituições e economistas que dão a previsão somente para 2018. A economia brasileira tem dado sinais de melhoria sim. E aos poucos a confiança na economia brasileira está retomando as ações dos investidores, empresários e do consumidor.

Brasil ainda esta em 88° lugar no ranking mundial da velocidade de Internet

A velocidade da internet no Brasil melhorou, mas ainda há um longo caminho até alcançar o padrão de outros países. É o que mostra o relatório trimestral "State of the internet" (o estado da internet), divulgado pela empresa de soluções para internet Akamai, no mês 03/2016. O documento revela dados sobre a evolução — ou não — do desempenho da conexão no mundo. E mostra que a performance brasileira fica atrás da média global.

Velocidade

No quarto trimestre de 2015, o Brasil apresentou uma velocidade média de 4,1 megabits por segundo (mbps). É superior à considerada "banda larga" (4 mbps), mas 36,5% menor do que a média global,  que foi de 5,6 mbps no período.

Com isso, apesar de ter registrado um aumento 38% na velocidade, a internet brasileira ocupa a 88ª posição no ranking mundial. O material analisa 243 países e regiões. Coreia do Norte (26,7 mbps), Suécia (19,1 mbps), Noruega (18,8 mbps), Japão (17,4 mbps) e Holanda (17 mbps) lideram a lista.

Adesão à banda larga

Na 85ª neste quesito, o Brasil possui 39% de seus usuários com internet banda larga. Isso representa um aumento de 49% em relação a 2014. Mas novamente o Brasil fica distante da média global — de 69%. Coreia do Sul, Holanda e Malta lideram esse quesito no mundo. Todos os integrantes do top 10 possuem mais de 93% de adesão à banda larga.

Adesão à internet acima de 10 mbps e 15 mbps

Apenas 2,9% dos usuários brasileiros possuem internet com velocidade acima dos 10 mbps e 0,8% estão acima dos 15 mbps. Os números parecem baixos, só que representam as melhores colocações mundiais do Brasil. O país aparece nas 70ª e 58ª posições, respectivamente.

No último trimestre do ano passado, o Brasil apresentou crescimento de 54% no percentual de usuários acima de 10 mbps e aumento de 69% na adesão à internet com velocidade acima de 15 mbps, em relação ao mesmo período de 2014. As média globais nesses dois aspectos são de 32% (acima de 10 mbps) e 19% (acima de 15 mbps).
Internet móvel

O Brasil apresentou uma velocidade média de internet móvel de 3,2 mbps — empatado com Colômbia e Peru, e atrás do Paraguai, que tem 5,7 mbps. O Reino Unido lidera, com uma velocidade móvel média de 26,8 mbps. No Brasil, só 17% têm acesso à banda larga no celular.

Fonte: epocanegocios